Urbanização se caracteriza por um afastamento, em que uma certa região ou localidade rural, passa a ser urbana. Frequentemente ele é usado em desenvolvimento da civilização e da tecnologia. Sendo que também é utilitário para dotar áreas com infra-estrutura, como: água, esgoto, gás, eletricidades. Já os equipamentos urbanos são incluídos, transporte, educação e saúde. Como por exemplo: São Paulo, é uma cidade urbanizada, pois quanto mais devagar for a industrialização, mais rápida será a urbanização.
A urbanização é estuda por várias áreas, como sociologia, geografia e antropologia. Cada uma delas propondo argumentos diferentes sobre o crescimento das cidades.
A colonização portuguesa na América, teve um incentivo maior com culturas bem urbanizadas. Os astecas no México, os maias na Guatemala e os incas no Peru proporam ao colonizador paisagens com grandes monumentos arquitetônicos com templos e elavadas concentrações populacionais em cidades que haviam muitos habitantes. Já o Brasil, não haviam vestígio de vida urbanizada em seus territórios, pois indígenas habitavam em tribos bem organizadas.
Uma área bem especificada para se caracterizar a urbanização em meio a colonização espanhola na América, foi o traçado de linhas retas em ruas e praças sob um plano regular para a cidade. Mas também não representava nenhuma valorização simbólica nos lugares, pois nas cidades gregas e na região de Lácio, eles valorizavam sítios em acrópole, por ter uma arquitetura em tabuleiro de xadrez para passando uma expressão de dominação do território conquistado. Enquanto ao Brasil, era totalmente diferente para produção do território de sua urbanização.
As primeiras grandes cidades brasileiras estavam sempre ligadas a função do porto comercial e sob função militar. Com isso, as condições alguns sítios favoreciam a produção agrícola e também estabelecimentos de bases militares para garantir a posse das colônias. Cidades em que não ocorreram o mesmo foi São Paulo, Curitiba no século XVII, cidades da mineração no século XVIII, que deslocaram o eixo da ocupação para o interior do território, como Ouro Preto em Minas Gerais e Goiás Velho em Goiás.
Enquanto as ordens espanholas mandavam evitar fundações de cidades em zonas litorâneas, as portuguesas proibiam o mesmo em cidades no interior sem ter permissão real, pois qualquer alteração para o interior era obrigatório uma ordem autorizada, sem isso, não se conseguia a fundação.
Essas fundações de cidades no interior, só foi liberada depois da crise da agricultura no fim do século XVII e XVIII, pois a mineração do ouro e da prata se expandiu, com isso houve um afrouxamento das ordens portuguesas e foram criadas cidades no interior do território brasileiro. Esse processo teve uma forma bem descontínua motivado pela dependência do povoamento em relação do mercado externo, aí teve o esgotamento de recursos pela concorrência de um produto com outro como: cana, mineração e café.
Mas poderiam se beneficiar por sua posição geográfica do centro de exportação de vários pequenos centros regionais, em que a estagnação de um era compensada pelo dinamismo de outro, com isso o grande centro conseguia sempre manter sua função exportadora. O Rio de Janeiro beneficiou-se da exportação de ouro, já com sua declinação foi substituído por café e assim emergiu-se como grande produto brasileiro.
Com a volta do dinamismo do setor agrário na economia brasileira, as antigas cidades litorâneas retomaram seu ritmo de crescimento. No Nordeste em cidades como Salvador e Recife, houve a cana-de-açúcar, aí obtiveram o maior crescimento.
A transferência da Corte portuguesa para cidade, em 1808, contribuiu com o crescimento demográfico, garantindo uma transformação urbanística que a colocou muito próxima das cidades européias. Com a chegada da Corte, teve também a criação da Academia Imperial de Belas Artes e a presença da Missão Cultural Francesa, com isso o Brasil começou a ter novas transformações em suas principais cidades. Os edifícios públicos e a residência da Corte passaram a ser construídos sob modelos arquitetônicos neo-clássicos, isto é, segundo os padrões europeus.
As principais cidades a partir da segunda metade do século XIX passaram a receber uma melhoria bem maior em suas áreas técnicas, com implantações de sistema hidráulico, iluminação, transporte coletivos e redes de esgoto, praças e vias arborizadas.
A urbanização é estuda por várias áreas, como sociologia, geografia e antropologia. Cada uma delas propondo argumentos diferentes sobre o crescimento das cidades.
A colonização portuguesa na América, teve um incentivo maior com culturas bem urbanizadas. Os astecas no México, os maias na Guatemala e os incas no Peru proporam ao colonizador paisagens com grandes monumentos arquitetônicos com templos e elavadas concentrações populacionais em cidades que haviam muitos habitantes. Já o Brasil, não haviam vestígio de vida urbanizada em seus territórios, pois indígenas habitavam em tribos bem organizadas.
Uma área bem especificada para se caracterizar a urbanização em meio a colonização espanhola na América, foi o traçado de linhas retas em ruas e praças sob um plano regular para a cidade. Mas também não representava nenhuma valorização simbólica nos lugares, pois nas cidades gregas e na região de Lácio, eles valorizavam sítios em acrópole, por ter uma arquitetura em tabuleiro de xadrez para passando uma expressão de dominação do território conquistado. Enquanto ao Brasil, era totalmente diferente para produção do território de sua urbanização.
As primeiras grandes cidades brasileiras estavam sempre ligadas a função do porto comercial e sob função militar. Com isso, as condições alguns sítios favoreciam a produção agrícola e também estabelecimentos de bases militares para garantir a posse das colônias. Cidades em que não ocorreram o mesmo foi São Paulo, Curitiba no século XVII, cidades da mineração no século XVIII, que deslocaram o eixo da ocupação para o interior do território, como Ouro Preto em Minas Gerais e Goiás Velho em Goiás.
Enquanto as ordens espanholas mandavam evitar fundações de cidades em zonas litorâneas, as portuguesas proibiam o mesmo em cidades no interior sem ter permissão real, pois qualquer alteração para o interior era obrigatório uma ordem autorizada, sem isso, não se conseguia a fundação.
Essas fundações de cidades no interior, só foi liberada depois da crise da agricultura no fim do século XVII e XVIII, pois a mineração do ouro e da prata se expandiu, com isso houve um afrouxamento das ordens portuguesas e foram criadas cidades no interior do território brasileiro. Esse processo teve uma forma bem descontínua motivado pela dependência do povoamento em relação do mercado externo, aí teve o esgotamento de recursos pela concorrência de um produto com outro como: cana, mineração e café.
Mas poderiam se beneficiar por sua posição geográfica do centro de exportação de vários pequenos centros regionais, em que a estagnação de um era compensada pelo dinamismo de outro, com isso o grande centro conseguia sempre manter sua função exportadora. O Rio de Janeiro beneficiou-se da exportação de ouro, já com sua declinação foi substituído por café e assim emergiu-se como grande produto brasileiro.
Com a volta do dinamismo do setor agrário na economia brasileira, as antigas cidades litorâneas retomaram seu ritmo de crescimento. No Nordeste em cidades como Salvador e Recife, houve a cana-de-açúcar, aí obtiveram o maior crescimento.
A transferência da Corte portuguesa para cidade, em 1808, contribuiu com o crescimento demográfico, garantindo uma transformação urbanística que a colocou muito próxima das cidades européias. Com a chegada da Corte, teve também a criação da Academia Imperial de Belas Artes e a presença da Missão Cultural Francesa, com isso o Brasil começou a ter novas transformações em suas principais cidades. Os edifícios públicos e a residência da Corte passaram a ser construídos sob modelos arquitetônicos neo-clássicos, isto é, segundo os padrões europeus.
As principais cidades a partir da segunda metade do século XIX passaram a receber uma melhoria bem maior em suas áreas técnicas, com implantações de sistema hidráulico, iluminação, transporte coletivos e redes de esgoto, praças e vias arborizadas.
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